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sexta-feira, 6 de junho de 2014
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Orelhas de Elefante #42
Be able to make myself think
That I'm still a younger man
But when the light of day shines down
There's no way to get around it
I am not a younger man
I keep defeating my own self
And keep repeating yesterday
I can't keep defeating myself
I can't repeating the mistakes of my youth
- "Mistakes of My Youth"
Meaning to find meaning in the most meaningless of times
Believing I believe in something beyond nickels and dimes
And I opened up my heart and said "This much I'll allow:
All who enter welcome in"
And I thought I'd have some answers by now
- "Answers"
Too many years getting my wayNever let anyone have their say
How could I think it would work out
Never a question, never a doubt
- "Gentlemen's Choice"
If I could do just one thing
Set the clock back many years ago
I'd teach that motherfucker that raised you
How to treat you right
- "Series of Misunderstandings"
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Orelhas de Elefante #41
o que disseste a quem quiser ouvir-te.
E se os puristas da poesia te acusarem
de ser discursiva e não galante
em graças de invenção e de linguagem,
manda-os àquela parte. Não é tempo
para tratar de poéticas agora»
Jorge de Sena
domingo, 10 de novembro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Orelhas de Elefante #39
June Tabor/Iain Ballamy/Huw Warren, "Quercus", ECM Records, 2013
Alela Diane, "About Farewell", Rusted Blue, 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Orelhas de Elefante #38
"if you develop an ear for sounds that are musical it is like developing an ego: you begin to refuse sounds that are not musical and that way cut yourself off from a good deal of experience"
john cage
segunda-feira, 24 de junho de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
Orelhas de Elefante #35
Jéssica
Nunca me deixa alegre a suave música.
- Lourenço
- É que tendes espíritos atentos. Vede como procede uma manada selvagem e impetuosa, ou alegre bando de potros não domados: loucos saltos dão sem parar, mugindo e relinchando como os leva a fazer o quente sangue. Mas se o som de um clarim, acaso, escutam, ou se lhes fere as ouças qualquer música, notareis como estacam de repente, expressão de doçura a refletir-se-lhes no olhar selvagem, pela doce força, tão-somente, da música. Por isso disse o poeta que Orfeu tinha o poder de atrair com seu canto as próprias pedras, as árvores e as ondas, visto como não há nada insensível, cruel e duro a que não possa a música, com o tempo, mudar a natureza. O homem que música em si mesmo não traz, nem se comove ante a harmonia de agradável toada, é inclinado a traições, tão-só, e a roubos, e a todo estratagema, de sentidos obtusos como a noite e sentimentos tão escuros quanto o Érebo. De um homem assim desconfiai sempre. Ouvi a música.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
sábado, 30 de junho de 2012
Orelhas de Elefante #28
Clark, "Iradelphic", Warp Records, 2012
Fennesz, "AUN - The Beginning and the End of All Things" [OST], 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Orelhas de Elefante #26
«Todos os astros são repetições de uma combinação original, ou tipo. Não é possível a formação de novos tipos. O seu número esgotou-se necessariamente desde a origem das coisas –embora as coisas nunca tenham tido uma origem. Isto significa que um número fixo de combinações originais existe em toda a eternidade, e não é mais susceptível de aumentar ou diminuir do que a matéria. É e permanecerá o mesmo até ao fim das coisas, que, tal como não podem começar, também não acabarão. Eternidade dos tipos actuais no passado como no futuro, e nem um astro que não seja um tipo repetido até ao infinito, no tempo e no espaço – é esta a realidade.»
Louis Auguste Blanqui (1805-1881)
segunda-feira, 26 de março de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
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