«a estrela choveu rosa no coração da tua escuta, o infinito rolou alvo no teu corpo, da nuca aos rins, o mar orvalhou ruivo os teus seios de rubro cobre e o homem sangrou negro no teu flanco sem fim.» Arthur Rimbaud, “O Rapaz Raro - Iluminações e Poemas”, Relógio d'Agua, 1998
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