«Feliz aquele que do mundo vão Sem ódio deixa a luta, E aperta um amigo ao coração E com ele desfruta O que, sem que o homem sequer saiba Ou nisso atente, Através do labirinto da alma Erra à noite, silente.» J. W. Goethe, "Poemas. Antologia", Centelha Editora, 1986
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