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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Retrato de Família #30



Teixeira de P. Karamazov (1877-1952)

«O amor é fome de outra vida, desejo de transitar. Quando dois amantes de abraçam e beijam, entredevoram-se, morrem um no outro, de algum modo, e transitam para um novo ser. A vida não pode ficar em nós, a repetir-se, que repetir é estar parado, é ocupar o mesmo lugar.»

quinta-feira, 27 de março de 2014

Retrato de Família #29



Samuel B. Karamazov (1906-1989)

«Ever tried. Ever failed. No matter. Try again. Fail again. Fail better.»     

segunda-feira, 3 de março de 2014

Retrato de Família #28



Maria Gabriela L. Karamazov (1931-2008)

«Seguindo esta linha de viver, chegarei ao fim dos meus dias; considero a velhice presente em todas as partes do meu destino, e muitas vezes confundi maturidade e mocidade, ignorando as distinções que não me forem naturais.»

domingo, 12 de janeiro de 2014

Retrato de Família #27



Charles B. Karamazov (1920-1994)

«O amor é uma espécie de preconceito. Nós amamos o que precisamos, amamos o que nos faz sentir bem, amamos o que é conveniente. Como podemos dizer que amamos uma pessoa quando há mais dez mil pessoas no mundo que nós amaríamos mais se conhecêssemos? Mas nós nunca conhecemos.»

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Retrato de Família #26


Thomas B. Karamazov (1931-1989)

«Estamos sempre a tentar fugir de nós próprios mas falhamos sempre a tentativa, estamos continuamente a bater com a cabeça porque não queremos ver que não é possível fugirmos de nós próprios, a não ser através da morte.»

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Retrato de Família #25


Jean-Jacques R. Karamazov (1712-1778)

«Vejo-o a satisfazer a fome no primeiro carvalho e a saciar a sede no primeiro riacho; a encontrar cama ao pés da árvore que lhe forneceu o repasto; e com isso, todas as suas necessidades ficam satisfeitas.»   

domingo, 17 de março de 2013

Retrato de Família #24


"Etty" H. Karamazov (1914-1943)

«gostava de viver longamente para no fim, mais tarde, conseguir explicar, e se isso não me for dado, pois bem, nesse caso uma outra pessoa irá fazê-lo e então um outro continuará a viver a minha vida, ali onde a minha foi interrompida, e por isso tenho de viver a minha vida tão bem e tão completa e convincentemente quanto possível até ao meu derradeiro suspiro, para que o que vem a seguir a mim não precise de começar de novo nem tenha as mesmas dificuldades.»

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Retrato de Família #23


John B. Karamazov (1800-1859)

«Aguardo o momento da minha execução pública com grande tranquilidade de espírito e boa disposição, firmemente convicto de ser esta a melhor forma de servir o bem e a humanidade, e nada do que eu ou a minha família sacrificámos ou sofremos foi em vão.»

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Retrato de Família #22


Ezra P. Karamazov (1885-1972)

«O que amas de verdade / Eis a tua herança verdadeira / O que amas de verdade / Não te será negado»

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Retrato de Família #21


Bruno S. Karamazov (1892-1942)

«Que sentido o desta desilusão universal perante a realidade, não saberei dizê-lo. Só afirmo que ela não seria suportável se não soubesse indemnizar numa outra dimensão qualquer. De certo modo sentimos satisfação profunda ao abrandar-se a trama da realidade, sentimos interesse por essa bancarrota.»  

sábado, 7 de julho de 2012

Retrato de Família #20


Jorge Luis B. Karamazov (1899-1986) 

«Nunca vivi em um mundo visual. Por exemplo, eu sei que tenho, me garantiu minha mãe que não me engana, duas gravatas. Em outras épocas tive mais, mas nunca soube quantas. Não sei qual a cor da roupa que uso.»

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Retrato de Família #19


T. S. E. Karamazov (1888-1965)

«No ponto quieto do mundo em rotação. Nem carne nem sem carne;
Nem desde nem para; no ponto quieto, aí a dança está,
Mas nem paragem nem movimento. E não lhe chamem fixidez,
Onde o passado e futuro se juntam. Nem movimento desde
nem para,
Nem ascensão nem declínio. A não ser pelo ponto, o ponto
quieto,
Não haveria dança, e há apenas a dança.»

terça-feira, 13 de março de 2012

Retrato de Família #18


Walter B. Karamazov (1892-1940)

«As citações são nas minhas obras como ladrões de estrada, 
que fazem um ataque armado e que aliviam um ocioso das suas convicções»

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Retrato de Família #17



Henri M. Karamazov (1899-1984)

«Não digo nada e deixo desenrolar-se sem comentários o 
incrível jogo de máscaras que continua,
ágil e sem objectivo, sem utilidade e sem relações.»

domingo, 1 de maio de 2011

Retrato de Família #16




Rainer Maria R. Karamazov (1875-1926)

«Não será tempo de estas dores antiquíssimas se tornarem
finalmente fecundas? E não será tempo de nós,
os que amamos, nos libertarmos de quem amamos, como trémulos vencedores?
De sermos como a flecha que, vencendo o arco, se solta, toda ímpeto,
passando a ser mais do que ela própria? Pois em nenhum lugar se permanece imóvel.»

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Retrato de Família #15




Hermann B. Karamazov (1886-1951)

«Quem vai sobre as ondas do mar não tem objectivo e não pode cumprir-se: está encerrado em si mesmo. Nele o possível dormita. Quem quer que seja que o ame só o pode amar pelo que ele promete, pelo que repousa nele, não pelo que atingiu ou pelo que atingirá. Por isso o homem da terra firme ignora o amor e toma por amor a ansiedade em que vive.»

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Retrato de Família #14




Jack L. Karamazov (1876-1916)

«O dinheiro... só podia deitar-me numa cama de cada vez, e de que valia um rendimento diário de cem cervejarias quando só podia comer numa?»

terça-feira, 6 de abril de 2010

Retrato de Família #13




Clarice L. Karamazov (1920-1977)

«Eu tinha medo da face de Deus, tinha medo de minha nudez final na parede. A beleza, aquela nova ausência de beleza que nada tinha daquilo que eu antes costumava chamar de beleza, me horrorizava.»

terça-feira, 9 de março de 2010

retrato de Família #12




Giovanni P. Karamazov (1881–1956)

«Existirá algum jovem e desconhecido amigo que encontrará nestas páginas apressadas alegria e compreensão»

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Retrato de Família #11



Joseph C. Karamazov (1857–1924)

«Uma pessoa perdia-se naquele rio (…) e acabava por julgar-se vítima de um feitiço, isolada para sempre do que até ali conhecera, sei lá onde, muito longe, talvez noutra vida.»a.